Franz Kafka dizia: “E eu deixei ir, porque nada que seja real deveria doer tanto.”
Deixei ir não por falta de sentir,
mas por sentir demais.
Porque o que é verdadeiro não
implora permanência à custa de feridas.
Se é real, não sangra para existir.
E assim, entre o apego
e a liberdade, escolhi a dor breve
de soltar, à dor infinita
de permanecer quebrado.
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Autor:
G_Oliver (
Offline) - Publicado: 8 de março de 2026 14:57
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Em coleções: O Amor que Vivemos.

Offline)
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