Franz Kafka dizia: “E eu deixei ir, porque nada que seja real deveria doer tanto.”
Deixei ir não por falta de sentir,
mas por sentir demais.
Porque o que é verdadeiro não
implora permanência à custa de feridas.
Se é real, não sangra para existir.
E assim, entre o apego
e a liberdade, escolhi a dor breve
de soltar, à dor infinita
de permanecer quebrado.