Águas das profundezas que jorram,
brotam puras para análise,
e pelos dutos enferrujados
seguem seu caminho silencioso
até alcançar os lares na seca.
Águas que vão e vêm,
que lavam pés e mãos,
que saciam a sede no calor
e, por vezes,
invadem casas prestes a cair.
Ó inverno, traga tuas águas,
enche de lama os quintais,
mas que a enxurrada cesse logo,
pois neste lugar
o que mais se deseja
é a paz.
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Autor:
Lucivaldo Moreira (
Offline) - Publicado: 5 de março de 2026 14:01
- Categoria: Natureza
- Visualizações: 3

Offline)
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