Sua língua tricotava
um gracejo de vil teor
De um povo, ele zombava
sem um pingo de temor
Foi ali que o tal do karma
do zombeteiro se vingou
De uma lixeira fez sua arma
onde o pulha tropeçou
Se outrora ele não cria
que a vida o troco dá
Foi depois daquele dia
que passou a acreditar.
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Autor:
Samuel Knevitz Silveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de março de 2026 01:55
- Categoria: Humor
- Visualizações: 1

Offline)
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