Sua língua tricotava
um gracejo de vil teor
De um povo, ele zombava
sem um pingo de temor
Foi ali que o tal do karma
do zombeteiro se vingou
De uma lixeira fez sua arma
onde o pulha tropeçou
Se outrora ele não cria
que a vida o troco dá
Foi depois daquele dia
que passou a acreditar.