Samuel Knevitz Silveira

Esse tal de karma

Sua língua tricotava

um gracejo de vil teor

De um povo, ele zombava

sem um pingo de temor

 

Foi ali que o tal do karma

do zombeteiro se vingou

De uma lixeira fez sua arma

onde o pulha tropeçou

 

Se outrora ele não cria

que a vida o troco dá

Foi depois daquele dia

que passou a acreditar.