Poema: "Cidade Maravilhosa, 461 Anos"
Autor: Claudio Gia
Macau/RN, 01 de março de 2026
Entre montes e mares de águas salgadas,
Nasceste em versos de Estácio de Sá.
Cidade de braços abertos, abençoada,
Onde o Cristo Redentor a todos abraçará.
Teus 461 anos são história viva,
No pão de açúcar, no corcovado, no chão.
Cada pedra, cada vila, cada esquina cativa,
Guarda o samba, o calor, a revolução.
Ipanema veste as cores do poente,
Copacabana embala sonhos no calçadão.
O carnaval pulsa forte em toda a gente,
É ginga, é raça, é festa, é coração.
E mesmo em meio a desafios e lutas,
Tua alma permanece a brilhar.
És poesia que nunca se encurta,
És Rio, és mar, és céu, és ar.
Salve, cidade de águas cristalinas,
De sol radiante e noites de luar.
Que teus dias sejam sempre de meninas,
E teu povo nunca deixe de sonhar.
Parabéns, Rio de Janeiro,
Pelo teu ontem, hoje e amanhã.
Que a vida teça em ti o verdadeiro
Caminho da paz, sem discriminação, soberana e irmã.
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Autor:
Claudio Gia (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 1 de março de 2026 10:39
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 9

Offline)
Comentários1
Boa noite poeta! Parabéns por seu belo poema!
Este poema é uma exaltação afetiva e patriótica ao Rio de Janeiro, composta em tom de celebração pelo seu 461º aniversário. O texto percorre a geografia sagrada da cidade — do Cristo Redentor ao Pão de Açúcar — elevando-a à categoria de cidade abençoada e destacando a simbiose entre a natureza exuberante e a cultura vibrante do samba e do carnaval.
O autor não ignora os desafios e lutas, mas escolhe focar na resiliência da alma carioca. O encerramento funciona como uma prece cívica, desejando que o futuro da cidade seja pautado pela paz e pela justiça social, reafirmando o Rio não apenas como um cenário turístico, mas como uma história viva que pulsa no coração de seu povo. Meu abraço poético.
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