O amor às vezes corta,
abre silêncio no peito,
escorre devagar
como quem não quer ir embora.
Dói.
E a gente pensa que ali termina.
Mas mesmo ferido,
ele insiste.
Cria raiz no meio da falta,
aprende a respirar entre as cicatrizes.
Onde caiu sangue,
nasce flor.
Não porque não doeu,
mas porque o amor
tem esse jeito estranho
de transformar queda em chão fértil.
E floresce.
Ainda assim.
27 fev 2026 (17:43)
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Autor:
Melancolia... (
Offline) - Publicado: 27 de fevereiro de 2026 16:43
- Comentário do autor sobre o poema: Só sangra...
- Categoria: Carta
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Melancolia..., Versos Discretos

Offline)
Comentários1
nossa, eu simplismente chorei lendo
Tentamos extrair o melhor do coração...
E as vezes sangra...
Abraços.
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