Dos dias das brincadeiras e dos abraços cheios de sentimentos,
hora de segurança, afetos sóbrios e saudades de cinco minutos atrás.
Como me faz falta as vozes doces e a ausência do silêncio,
as mamadeiras não tomadas
e ouvir cem vezes antes do desjejum o clamor: ”papai!”.
Acordo, em meio à noite, com a cama seca e não escuto choramingo me procurando.
Como eu queria ser de outra forma — outro eu, sem mim —
que jamais aceitasse se afastar por qualquer razão.
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Autor:
L Lacerda (
Offline) - Publicado: 26 de fevereiro de 2026 15:41
- Categoria: Não classificado
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Offline)
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