Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES
YES
Se chover, que a chuva caia assim:
Gotejando em rendas na vidraça
Chuva fina anda me abraça...
Tempestade cai dentro de mim!
As nuvens chocam-se, relampeja,
Ecoam os gritos do meu pranto...
Desaba um temporal, ermo acalanto,
Afaga o coração, frêmito me beija!
Se toda essa chuva desabasse
Sobre minha alma, ela banhasse,
Essa correnteza que me invade;
Tens piedade! O’ Chuva... Passa!
Traz o meu amor, ele me abraça,
E beija-me por toda eternidade...
-
Autor:
Vilma Oliveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de fevereiro de 2026 20:39
- Comentário do autor sobre o poema: Um soneto antigo.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Em coleções: Sonetos.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.