Vitória Pac

Ainda não sei

No fim de tudo,

As questões aparecem:

Onde estou e para que existo?

 

Sombras de dúvidas

O ontem é memória

Uma história a contar.

 

A certeza na incerteza

Porém, prossigo indiferente

Tocado pelo medo,

Observando da janela.

 

A minha alma é de papel.

 

Versos rabiscados,

Internamente traçados,

Voláteis ao tempo

E ao espaço,

Regredindo numa única história de efemeridade.