No fim de tudo,
As questões aparecem:
Onde estou e para que existo?
Sombras de dúvidas
O ontem é memória
Uma história a contar.
A certeza na incerteza
Porém, prossigo indiferente
Tocado pelo medo,
Observando da janela.
A minha alma é de papel.
Versos rabiscados,
Internamente traçados,
Voláteis ao tempo
E ao espaço,
Regredindo numa única história de efemeridade.