Não sou do amor,
sou pássaro voando,
nas imensidões do céu infinito,
sou tido como perdido.
o amor me incomoda,
me passa nódea que cola,
amola, esmola não quero,
quero asas para voar.
Brinco de ciranda com os sentimentos,
meus melhores momentos,
são verdadeiramente o pouco tempo que me resta,
e voo nas arestas do sol, seguindo esse caminho.
traço uma reta e plano de voo,
e vou embora, para longe,
além do horizonte algo me espera,
uma enorme tsunami de solidão.
nao sou mesmo do amor,
curei minhas asas,
e ninguém me impedira,
de alçar os voos mais livres que há,
o voo da liberdade.
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Autor:
Haroldo Alves (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 24 de fevereiro de 2026 23:35
- Categoria: Não classificado
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Offline)
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