Não sou do amor,
sou pássaro voando,
nas imensidões do céu infinito,
sou tido como perdido.
o amor me incomoda,
me passa nódea que cola,
amola, esmola não quero,
quero asas para voar.
Brinco de ciranda com os sentimentos,
meus melhores momentos,
são verdadeiramente o pouco tempo que me resta,
e voo nas arestas do sol, seguindo esse caminho.
traço uma reta e plano de voo,
e vou embora, para longe,
além do horizonte algo me espera,
uma enorme tsunami de solidão.
nao sou mesmo do amor,
curei minhas asas,
e ninguém me impedira,
de alçar os voos mais livres que há,
o voo da liberdade.