Belíssima aurora ascendia,
No céu, claro sol suscitava;
Num lampejo, uma epifania:
Lembrança que me atormentava.
Adornada tal qual princesa,
Com doce odor angelical,
Revestida de grã nobreza
Num meigo sorriso brutal.
Seus olhos de tão reluzentes
Semelham-se ao clarão da lua;
Causaram danos permanentes
Nesta mente que é toda sua.
Bendito devaneio cruel,
Que meu coração mergulhou;
Pois essa memória fiel,
Meus sentidos arrebatou.
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Autor:
Marcelo Alefe (
Offline) - Publicado: 22 de fevereiro de 2026 19:45
- Categoria: Amor
- Visualizações: 3

Offline)
Comentários1
Olá poeta! Belíssimo poema, meus sinceros parabéns!
Que sua noite seja abençoada. Meu abraço poético.
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