YES
Supliquei a poesia que me concedesse
Um instante apenas de inspiração...
Num mergulho interior da minh’Alma
Quis desvendar sentimentos noviços
Sem invadir os sonhos enlanguescidos!
Trêmula de nostálgica inquietação...
Pus-me a imaginar-te frente a mim
Como uma miragem espectral...
Trazendo no semblante a calmaria
No olhar o sereno das madrugadas
Que enfeitiçam as noites acordadas.
Minha voz calou... retardando o ocaso
Silenciei no âmago desprotegido e frágil
Qualquer possibilidade de descoberta...
Que eleve a minh’alma desventurada...
No desvario febril das lamentações!...
Onde estás, marinheiro dos mares calmos?
Que navegas meu sonho em tempestade...
Arrastando contigo a minha liberdade
De sonhar-te em terra compassiva
De querer-te em torres altas e fortes
De amar-te em castelos de poemas!
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Autor:
Vilma Oliveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de fevereiro de 2026 20:11
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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