Quando o céu se veste de cinza,
E o vento sussurra segredos antigos,
Não espero o sol voltar —
Aprendo a dançar na chuva.
Cada gota é um passo,
Cada trovão, um compasso;
O medo se dissolve
No ritmo do meu abraço.
Não é sobre esperar a calmaria,
Mas sentir o coração pulsar,
Mesmo quando os céus choram,
Aprendo que é possível amar.
E assim sigo, leve,
Entre nuvens e trovões,
Porque a tempestade só me ensina
A beleza das minhas próprias canções.
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Autor:
MAISA NALAPE (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de fevereiro de 2026 13:12
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 37
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos

Offline)
Comentários2
Gosto da forma como as palavras criam imagens poéticas.
Às vezes é como assistir a um filme da própria vida.
Outras vezes é como entrar numa máquina do tempo.
Meus parabéns poetisa pela beleza inspirada em seu poema!
Desejo que sua noite seja abençoada. Abraço fraterno.
Suas palavras chegaram como luz suave ao meu coração. Muito obrigada pelo carinho! Que sua noite seja doce, serena e iluminada.
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