Quando o céu se veste de cinza,
E o vento sussurra segredos antigos,
Não espero o sol voltar —
Aprendo a dançar na chuva.
Cada gota é um passo,
Cada trovão, um compasso;
O medo se dissolve
No ritmo do meu abraço.
Não é sobre esperar a calmaria,
Mas sentir o coração pulsar,
Mesmo quando os céus choram,
Aprendo que é possível amar.
E assim sigo, leve,
Entre nuvens e trovões,
Porque a tempestade só me ensina
A beleza das minhas próprias canções.