Ao fechar os olhos, emerjo no avassalador eco de minha mente,
Que, inquietante, ataca-me a alma,
Cobrindo-me de angústia, roubando em silêncio
A fagulha do meu sorriso.
Transfigura-se em mim a essência da vida,
Fazendo-me viver como quem não sabe
Se viver é viver ou sobreviver.
Maquia-me, mascarando a verdade
Que exala a anódina afeição de um mendigo,
Que ora busca por emoção.
Morte! Morte, se puder, leve-me, mas não me abandone
À mercê da sorte.
A felicidade me foge, a alegria me condena;
A dor? A dor me consome.
E a solidão me confunde:
Dopamina para minha miserável vida,
Ora, se assim for, realmente, a vida!
" Stefany De'Morais "
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Autor:
Stefany De\'Morais (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 14 de fevereiro de 2026 20:59
- Comentário do autor sobre o poema: Esta poesia que escrevi não é pessoal, mas nós escritores ou aprendizes, tentamos nos conectar com as dores mais profundas para tocar em sentimentos que estão presos e são reais. Mas lembrem-se é apenas poesia! Meu estilo é a classe literária do existencialismo e Ultra- Romantismo, " lirismo da dor."
- Categoria: Triste
- Visualizações: 40
- Usuários favoritos deste poema: Sinvaldo de Souza Gino

Offline)
Comentários3
Muito bom! O poeta deve expor todas as inquietacões humana.
Abraços
Concordo, plenamente! Abraços, e obrigado pelo feedback.
É na poesia que procuramos expressar os nossos sentimentos mais profundos.
Parabéns poetisa por seu belo poema. Meu abraço poético.
Obrigada, pelo seu feedback! Abraços...
Lindo poema, parabéns!!!
Muito obrigado, pelo feedback. Fico feliz, que tenha gostado. Abraços...
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