Não sabia que me deixaria louco por ti
O crime na escolha me fez pensar em partir
A adrenalina na tua presença, ah sim..
Sinto vontade de tê-la minha, por fim.
Tua carne é presente, até exagerada
O esplendor na lenta caminhada
O olhar viciante como de quem não é daqui
Com tua graça, pra onde ia já me esqueci
A ti não pertenço, dolorosamente admito
Pensei que poderia lhe ajudar
Só não entendia meu medo de aceitar
Que mesmo ímpio foi o início do sentimento mais bonito…
A reforma nas falas e trejeitos
Me fiz pensar que tu também desejava
A nós fomos feitos
A mais bela nipônica e o imperfeito
Refiro me a ti não só quando escurece
Diante das mais sóbrias preces
Em minha mente que as vezes lhe pertence
Teu olhar puxado a mim faz-me permanente
Mas como ignorar essa escultura, penso,
Indecência não cabe em teu senso
Chega tão pura que sinto alívio contigo
Há muitas belezas, a tua tira meu fadigo
Eis me aqui dizendo sobre tua soalha
Lhe digo que és mais do que ressoava
Lamentável que sejamos momentâneos
Entre os pares seríamos o preto e o branco
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Autor:
Ludwig Homero (
Offline) - Publicado: 12 de fevereiro de 2026 11:29
- Comentário do autor sobre o poema: Para quem me fez ir contra meus próprios princípios.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 3
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