As portas subitamente se fecham
Meu passado se confina em desespero
MInha alma busca, no presente, algo a se apegar
Oh futuro cadê você?
Que a madrugada assole meus animos
Não tenho nada a me amparar
Sou peregrino em terra alheia
Nem no luto sentes a vida?
Busquei sentido em várias coisas
Pouco me orgulhei de ter vitórias
Vivemos um jogo desonesto
Até quando seremos um disfarce?
Que venha a dor e o alívio
Sublime é se arrastar e chegar
A fonte da vida está jorrando
O alimento da alma é sofrer?
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Autor:
Lucivaldo Moreira (
Offline) - Publicado: 11 de fevereiro de 2026 15:24
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
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