As portas subitamente se fecham
Meu passado se confina em desespero
MInha alma busca, no presente, algo a se apegar
Oh futuro cadê você?
Que a madrugada assole meus animos
Não tenho nada a me amparar
Sou peregrino em terra alheia
Nem no luto sentes a vida?
Busquei sentido em várias coisas
Pouco me orgulhei de ter vitórias
Vivemos um jogo desonesto
Até quando seremos um disfarce?
Que venha a dor e o alívio
Sublime é se arrastar e chegar
A fonte da vida está jorrando
O alimento da alma é sofrer?