Norte, Nordeste, sertão, agreste,
Feijoada na mesa, sabor que não se esquece.
Pipoca, paçoca, pé de moleque,
Milho verde e tapioca, quem prova repete.
Da roça o roceiro, da palha o palheiro,
Da lavra o lavrador, da Bahia o terreiro.
Acarajé da baiana, vatapá, abará,
Moqueca de camarão — um banquete no ar.
Quindim, queijadinha, doce tentação,
Cocada, amendoim, torrada e aipim no fogão.
Cozido, baião de dois, feijão com arroz,
Macarronada na mesa, fartura pra todos nós.
Geladinho, picolé, sorvete pra refrescar,
Na Toca de Dona Maria você pode se arranjar.
Comida, doce ou sobremesa, basta pedir, ela traz,
Um cardápio de riquezas que só o Nordeste faz.
-
Autor:
Nalva Melo (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 11 de fevereiro de 2026 12:30
- Comentário do autor sobre o poema: No cordel Nordeste Sabor Sertão, celebro a culinária e a cultura nordestina. Minha intenção é transformar a mesa nordestina em poesia viva e compartilhar a riqueza do sertão com todos.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.