Quando o asfalto cansa, e o tempo se apressa,
Um chamado ancestral nos acende a promessa.
O sal no paladar, o horizonte sem fim,
O mar nos convida a voltar para si.
Um chamado ancestral nos acende a promessa.
O sal no paladar, o horizonte sem fim,
O mar nos convida a voltar para si.
Seus braços de espuma, seu sopro de vento,
Desfazem nas ondas qualquer lamento.
No ir e vir constante, na força que flui,
A alma se acalma, a paz se constrói.
Desfazem nas ondas qualquer lamento.
No ir e vir constante, na força que flui,
A alma se acalma, a paz se constrói.
É como se as águas lavassem por dentro,
Levando o que pesa, limpando o momento.
Num vasto espelho, a mente a vaguear,
Encontra respostas no fundo do olhar.
Levando o que pesa, limpando o momento.
Num vasto espelho, a mente a vaguear,
Encontra respostas no fundo do olhar.
A imensidão reflete o que somos, o que seremos,
Pequenos no mundo, mas grandes se cremos.
Que a vida é um rio que deságua no além,
E o mar nos lembra: pertencemos também.
Pequenos no mundo, mas grandes se cremos.
Que a vida é um rio que deságua no além,
E o mar nos lembra: pertencemos também.
Na areia macia, o corpo repousa,
A mente se liberta de toda a prosa.
E a cada maré que recua e que vem,
Renascemos humanos, inteiros e zen.
A mente se liberta de toda a prosa.
E a cada maré que recua e que vem,
Renascemos humanos, inteiros e zen.
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Autor:
Jairo Cícero (
Offline) - Publicado: 11 de fevereiro de 2026 11:01
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
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