Não é saudade —
é algo que não aprendi a nomear.
É como viver
em uma noite que não amanhece,
uma escuridão silenciosa
que mora dentro do peito.
A distância entre nossos corpos
não separou apenas caminhos —
rasgou partes da minha alma
que ainda te procuram.
Ela clama pela sua presença,
implora pelo instante impossível
de te tocar
mais uma vez.
Porque não te ver
não é ausência simples…
é o abismo mais profundo
em que minha existência
aprendeu a cair.
E, desde então,
uma parte de mim
permanece perdida
no lugar onde você ficou.
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Autor:
luana bueno (
Offline) - Publicado: 11 de fevereiro de 2026 10:55
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: Rogério

Offline)
Comentários2
Este poema é a tradução perfeita de sentimentos.
Que lindo poema!
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