ASAS DE ESTRELAS

Vilma Oliveira


Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES

 Meu despertar foi leve: pluma e brisa!

Um renascer em plena estação...

Quantos sóis serão precisos?

Quantas luas serão ocasos?

Quantos astros serão constelações?

Quantos desertos serão areias e ventos?

 

Na mente não tenho mais conflito

Meus pés já não andam. Voam!

Minha alma já não geme. Canta!

Meu coração já não sofre. Sonha!

Meus olhos não adormecem. Deliram!

 

Sinto que descobri um novo sentido...

Noutra parte de mim antes adormecida

São duas metades separadas no tempo

São dois destinos em eterno redemoinho

São duas vidas entrelaçadas numa única!

 

Sinto que reacendi com asas de estrelas

Arrastando dobres de sonoros cânticos

Ressurgindo num sopro vespertino...

Para depois renascer vitoriosa...

Perante a multidão que me espera!

  • Autor: Vilma Oliveira (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 9 de fevereiro de 2026 20:20
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 3
  • Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos
Comentários +

Comentários1

  • Arthur Santos

    Sente-se cada palavra. Poema Intenso e emotivo.



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