CHUVA
O bálsamo líquido envolve as narinas
Degusto a água gélida e sibilante
Gozo nos lábios as gotas límpidas
Sabor de orvalho e de rosas tenras
Para a chuva, mas aspiro a essência
Ainda no ar gotículas cintilantes
Anseio a próxima bátega de prata.
Leide Freitas