Que medo de não acordar pra enxergar o sol de manhã,
que paz traz vê-lo pela manhã,
Não tem um porquê, porém… an?
Quer paz e não quer perda?,
melhor aprender a perder cedo,
no começo era medo, agora é só receio.
Sem imagem imaginética,
miragens à margem,
o sonho de enxergar o coração
sem ver metade,
Do caminho percorrido,
areia a menos,
castelos construídos,
baldinhos e pá,
Tô meio pá de invadir o terreno baldio,
porém, sem conquistas, sem receios,
Olhar a luz do sol e me queimar,
enxergar o coração por completo,
só pra vê-lo cortado,
Perder tudo que for possível, até a paz,
areia demais pro caminhãozinho,
com baldes de areia, oásis no rádio,
Me afoguei na ilusão dos contos,
quantos contos valeu minha vida então?
Histórias históricas e históricos literários,
acho que eu vou ser mais estoico dessa vez,
Pois…
Amanhã faz sol.
-
Autor:
Castrovsk (
Offline) - Publicado: 8 de fevereiro de 2026 17:52
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
- Em coleções: Muita alma e muita arte..

Offline)
Comentários1
Se não pode mudar, esqueça... Comlpexo é saber a diferença. Amanhã não terá sol...
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.