Que medo de não acordar pra enxergar o sol de manhã,
que paz traz vê-lo pela manhã,
Não tem um porquê, porém… an?
Quer paz e não quer perda?,
melhor aprender a perder cedo,
no começo era medo, agora é só receio.
Sem imagem imaginética,
miragens à margem,
o sonho de enxergar o coração
sem ver metade,
Do caminho percorrido,
areia a menos,
castelos construídos,
baldinhos e pá,
Tô meio pá de invadir o terreno baldio,
porém, sem conquistas, sem receios,
Olhar a luz do sol e me queimar,
enxergar o coração por completo,
só pra vê-lo cortado,
Perder tudo que for possível, até a paz,
areia demais pro caminhãozinho,
com baldes de areia, oásis no rádio,
Me afoguei na ilusão dos contos,
quantos contos valeu minha vida então?
Histórias históricas e históricos literários,
acho que eu vou ser mais estoico dessa vez,
Pois…
Amanhã faz sol.