Olho pela janela de vidro embaçado. A noite é melancólica, atravessada pelo som e pelo cheiro da chuva.
Respiro fundo e reconheço em mim o desejo mais íntimo: estar nos braços da minha casa, da minha morada.
Ansiar pelas batidas sonoras que sustentam a vida e alimentam a alma.
É nesse intervalo silencioso que me encontro — na profundidade do sossegar.
Ali, onde posso apenas me aproximar, busco a felicidade simples e essencial:
morar e, enfim, ser morada permanente.
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Autor:
Eliete Souza (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 6 de fevereiro de 2026 21:15
- Comentário do autor sobre o poema: Ao ler, sinta!!!!
- Categoria: Amor
- Visualizações: 1

Offline)
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