As minhas células queimam e florescem,
morrem e nascem.
Assim como o meu humor, elas se movem constantemente pelo meu corpo de dor.
Será que, se a vida não tivesse doído demais,
eu poderia ter vivido mais?
Será que, se eu não escondesse o que me machucava,
o câncer jamais me matava?
Ah... se a célula não fosse quebrada.
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Autor:
Magz!!! (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 6 de fevereiro de 2026 18:32
- Categoria: Família
- Visualizações: 15
- Usuários favoritos deste poema: Yves de Sá

Offline)
Comentários2
Forte, profundo, confesso que tocou minha alma enquanto eu lia, você tem talento em escrever
Muito obrigada pelo incentivo Yves. Um forte abraço!
Muito bom, poeta!
Abraços
Obrigada! 🙂
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