As minhas células queimam e florescem,
morrem e nascem.
Assim como o meu humor, elas se movem constantemente pelo meu corpo de dor.
Será que, se a vida não tivesse doído demais,
eu poderia ter vivido mais?
Será que, se eu não escondesse o que me machucava,
o câncer jamais me matava?
Ah... se a célula não fosse quebrada.