Garfo, telefone, prato sem holofotes
Pérola, armário, mural e agulha
Bexiga, tênis, curativo foi a foice
Sangue, estoicismo, escorrega pela grama
Fumaça, solidão, gelo e maldição
Guarda chuva, microfone, brigadeiro queimado
Afogamento, tabuleiro, espada atolada
As pedrinhas escorregam pelo túnel
Tatuagens mal marcadas
Falta de expressão
Cone, caixão, a boneca caiu do carro
Salgado, desespero, telas de televisão
Utopia, luzes roxas, roda viva se rompeu
Tijolo, caneta, seringa sem paixão
Loucura loucura e excesso de ambição
Vaso sanitário engoliu meu coração
Me devolva aquele vento
Eu preciso escoar
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Autor:
abacaxis soam como seu nome (
Offline) - Publicado: 6 de fevereiro de 2026 00:00
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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