Somnium meum non est tuum
Meus sonhos, entes etéreos e voláteis,
Flutuam no éter da minha alma,
Independentes, livres e móveis,
Não se curvam à vontade alheia.
Não são moldados pela mão do outro,
Não são definidos pelo olhar do estranho,
São meus, apenas meus,
E eu os sigo, com fervor e ardência.
Não busco a aprovação do mundo,
Não preciso da validação do vulgo,
Meus sonhos são meus,
E eu os vivo, com paixão e intensidade.
São como astros no firmamento noturno,
Brilham com luz própria e intrínseca,
Não precisam da luz do outro,
Para brilhar, para existir.
Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os amo,
E eu os sigo, com fé e coragem,
E eu os vivo, com alegria e dor.
São meus, e eu os defendo,
Com unhas e dentes, com alma e coração,
Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os vivo, com paixão e desassombro.
E se o mundo não os compreende,
E se o outro não os aceita,
Eu os vivo, com desassombro e altivez,
Pois são meus, e eu os amo, e eu os sou.
Meus sonhos, entes etéreos e voláteis,
Flutuam no éter da minha alma,
Independentes, livres e móveis,
Não se curvam à vontade alheia.
Não são moldados pela mão do outro,
Não são definidos pelo olhar do estranho,
São meus, apenas meus,
E eu os sigo, com fervor e ardência.
Não busco a aprovação do mundo,
Não preciso da validação do vulgo,
Meus sonhos são meus,
E eu os vivo, com paixão e intensidade.
São como astros no firmamento noturno,
Brilham com luz própria e intrínseca,
Não precisam da luz do outro,
Para brilhar, para existir.
Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os amo,
E eu os sigo, com fé e coragem,
E eu os vivo, com alegria e dor.
São meus, e eu os defendo,
Com unhas e dentes, com alma e coração,
Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os vivo, com paixão e desassombro.
E se o mundo não os compreende,
E se o outro não os aceita,
Eu os vivo, com desassombro e altivez,
Pois são meus, e eu os amo, e eu os sou.
Meus sonhos, entes etéreos e voláteis,
Flutuam no éter da minha alma,
Independentes, livres e móveis,
Não se curvam à vontade alheia.
Não são moldados pela mão do outro,
Não são definidos pelo olhar do estranho,
São meus, apenas meus,
E eu os sigo, com fervor e ardência.
Não busco a aprovação do mundo,
Não preciso da validação do vulgo,
Meus sonhos são meus,
E eu os vivo, com paixão e intensidade.
São como astros no firmamento noturno,
Brilham com luz própria e intrínseca,
Não precisam da luz do outro,
Para brilhar, para existir.
Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os amo,
E eu os sigo, com fé e coragem,
E eu os vivo, com alegria e dor.
São meus, e eu os defendo,
Com unhas e dentes, com alma e coração,
Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os vivo, com paixão e desassombro.
E se o mundo não os compreende,
E se o outro não os aceita,9
Eu os vivo, com desassombro e altivez,
Pois são meus, e eu os amo, e eu os sou.
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Autor:
GINO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de fevereiro de 2026 09:05
- Categoria: Ocasião especial
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Sinvaldo de Souza Gino, Arthur Santos

Offline)
Comentários2
Com certeza, poeta, os sonhos são seus! Foram produzidos e dirigidos por você e isto inclui a seleção do elenco. E nós ficamos com poesia linda que gerou dos teus sonhos.
Abraços!
Obrigado, por ter lido e comentado, a poesia que vai além sonho de quem o produz! Valeu! O cenário construído pelo eu-lírico metabolizado no eu poético contagia o ato de produzir narrativas implícitas dualizando-as arquétipos explícitos da intencionalidade do receptor na mensagem do emissor, esse circuito linguístico circunda toda poética profligada !!!
Gosto da forma como as palavras criam imagens poéticas.
Obrigado, pelo referido comentário, o qual alude a imagética na expressão da poesia, enfim, cada comentário constroe fluidez na alma do poeta e de fato, o motiva a navegar nas vias do imaginário seguindo a psiquê do conhecimento se é que ambos constroem sentidos!!!
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