Sinvaldo de Souza Gino

Somnium meum non est tuum

Somnium meum non est tuum 

Meus sonhos, entes etéreos e voláteis,
Flutuam no éter da minha alma,
Independentes, livres e móveis,
Não se curvam à vontade alheia.

Não são moldados pela mão do outro,
Não são definidos pelo olhar do estranho,
São meus, apenas meus,
E eu os sigo, com fervor e ardência.

Não busco a aprovação do mundo,
Não preciso da validação do vulgo,
Meus sonhos são meus,
E eu os vivo, com paixão e intensidade.

São como astros no firmamento noturno,
Brilham com luz própria e intrínseca,
Não precisam da luz do outro,
Para brilhar, para existir.

Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os amo,
E eu os sigo, com fé e coragem,
E eu os vivo, com alegria e dor.

São meus, e eu os defendo,
Com unhas e dentes, com alma e coração,
Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os vivo, com paixão e desassombro.

E se o mundo não os compreende,
E se o outro não os aceita,
Eu os vivo, com desassombro e altivez,
Pois são meus, e eu os amo, e eu os sou.

Meus sonhos, entes etéreos e voláteis,
Flutuam no éter da minha alma,
Independentes, livres e móveis,
Não se curvam à vontade alheia.

Não são moldados pela mão do outro,
Não são definidos pelo olhar do estranho,
São meus, apenas meus,
E eu os sigo, com fervor e ardência.

Não busco a aprovação do mundo,
Não preciso da validação do vulgo,
Meus sonhos são meus,
E eu os vivo, com paixão e intensidade.

São como astros no firmamento noturno,
Brilham com luz própria e intrínseca,
Não precisam da luz do outro,
Para brilhar, para existir.

Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os amo,
E eu os sigo, com fé e coragem,
E eu os vivo, com alegria e dor.

São meus, e eu os defendo,
Com unhas e dentes, com alma e coração,
Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os vivo, com paixão e desassombro.

E se o mundo não os compreende,
E se o outro não os aceita,
Eu os vivo, com desassombro e altivez,
Pois são meus, e eu os amo, e eu os sou.

Meus sonhos, entes etéreos e voláteis,
Flutuam no éter da minha alma,
Independentes, livres e móveis,
Não se curvam à vontade alheia.

Não são moldados pela mão do outro,
Não são definidos pelo olhar do estranho,
São meus, apenas meus,
E eu os sigo, com fervor e ardência.

Não busco a aprovação do mundo,
Não preciso da validação do vulgo,
Meus sonhos são meus,
E eu os vivo, com paixão e intensidade.

São como astros no firmamento noturno,
Brilham com luz própria e intrínseca,
Não precisam da luz do outro,
Para brilhar, para existir.

Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os amo,
E eu os sigo, com fé e coragem,
E eu os vivo, com alegria e dor.

São meus, e eu os defendo,
Com unhas e dentes, com alma e coração,
Meus sonhos não são seus,
São meus, e eu os vivo, com paixão e desassombro.

E se o mundo não os compreende,
E se o outro não os aceita,9
Eu os vivo, com desassombro e altivez,
Pois são meus, e eu os amo, e eu os sou.