Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES
YES
Ama-me meu amor, e por que não?
Fúlgidos rubis entontecidos...
São os meus nos teus lábios unidos
Meu coração dentro do teu coração!
É uma febre-terçã que de mansinho
Toma todo nosso corpo, a Alma...
Aos poucos se esvai e se acalma
A febre, o rubor devagarzinho...
Amemos meu amor, que tudo passa,
Célere como o dia... me abrasa!
Deixa-me presa aos sonhos teus;
Amemos meu amor, que o mundo é vão,
Beija-me! A fumaça é a ilusão...
A saudade tua, os devaneios meus!
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Autor:
Vilma Oliveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de fevereiro de 2026 20:35
- Comentário do autor sobre o poema: Este soneto faz parte da minha coleção antiga de 1996. Participou de um concurso pela internet.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 2

Offline)
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