Perco as estribeiras
Ao me sentir sei lá
Clamo em desafio
Quando a paz não está
Não sei onde vou
O vento há de me levar
Vivo e sobrevivo
Sei que estarei lá
Nem aí pra que vier
Tô sem rumo e sem destino
Minha alma se deleita na alva
A espera serena em desatino
Na insanidade da vida
Movido pela dor
Surto sem se vê
Sofro sem ardor
Minha noite sem luz
Na relva o luar
Sofrimento nos olhos
Mórbido o meu pensar
As noites são minha calma
As brisas serenas, meu estímulo
Sinto o estremecer dos meus sentidos
E o alvorecer que me destrona
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Autor:
Lucivaldo Moreira (
Offline) - Publicado: 31 de janeiro de 2026 23:55
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 1

Offline)
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