Ah inconfiança, é necessária...
Pois a esperança, nos engana,
Nos tira a vida! corrompida...
Oh, belo Falso zelo...
Odeia o reflexo.
Transformo-me...
Em morte!
Fechei, a mim mesmo!
os ouvidos...
Carregando gritos de desespero.
Criança sincera, Teimosa e curiosa!
Estanca a minha aflição.
Tua indiferença,
Contra a falha e a sentença...
Justifica-me na inocência.
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Autor:
Ana julia Fernandes borba (
Offline) - Publicado: 30 de janeiro de 2026 06:33
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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