Ah inconfiança, é necessária...
Pois a esperança, nos engana,
Nos tira a vida! corrompida...
Oh, belo Falso zelo...
Odeia o reflexo.
Transformo-me...
Em morte!
Fechei, a mim mesmo!
os ouvidos...
Carregando gritos de desespero.
Criança sincera, Teimosa e curiosa!
Estanca a minha aflição.
Tua indiferença,
Contra a falha e a sentença...
Justifica-me na inocência.