Retornei do exílio cruel
Para os ternos braços
Que não negam abraços
Nem nuvens no céu.
Retornei de uma pátria
Onde os gritos de dor
E o inexistente calor
Assolam a noite e o dia.
Retornei do profano
Da pátria tão distante
Qual inferno de Dante
É caminho do engano.
Retornei de um exílio
Das terras da solidão
Onde meu coração
Desconheceu o brilho.
Retornei à felicidade
Para o seio da poesia
Onde a luz do belo dia
São versos de eternidade.
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Autor:
Fabricio Zigante (
Offline) - Publicado: 28 de janeiro de 2026 21:16
- Categoria: Não classificado
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