No crepúsculo da minha alma, sinaliza um rastro de nuvens tortuosas que se fazem cúmplices de uma lua cinzenta e fria.
Anunciado o princípio de uma penumbra tempestuosa que se forma nas sombras das montanhas pontiagudas que delimitam o meu ser.
E eu, nessa noite sem fim de mim mesmo, me encontro em relento nos subúrbios da minha consciência.
Observando o alicerce das metrópoles erguidas aos pés do meu ego.
E nela, aguardo o alvorecer com ânsia. Na espera de um feixe quente e sereno.
Que, por fim, com seu calor, purifique dos centros às periferias de meu espírito.
Selando a desigualdade e tirania de mim, por eu mesmo.
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Autor:
Oréon (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 28 de janeiro de 2026 21:24
- Categoria: Não classificado
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Offline)
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