“No que tange à solidão?” foi a minha questão,
Todos observavam, mas não sabiam o que dizer,
Então tudo o que eu refletia se tornava uma fantasia,
Logo eu aprendi que a resposta era sintética e brutal: o próprio falecer,
Eu não consigo pintar aquele dia.
Com o tempo, eu acendi,
E a dúvida se tornou mais bestial,
“Qual o sentido da crença? Qual o significado da adoração?”,
O resultado foi parecido: não existia resposta,
Como protesto, eu abandonei-a; aquela era a minha obra.
Minhas concentrações só comprovavam a teoria:
Eu não era encantado.
Ademais entendi o acordo,
A história trágica que eu queria foi a história que eu recebi,
A dor calamitosa do infortúnio? Foi o que eu protegi,
O passado tortuosamente arrastado? Foi o que eu defendi,
A tragédia dos amores que aparecem? Foi o que eu escolhi,
Eu tive a ideia errada de mim,
E ainda assim, fiquei.
-
Autor:
Smith (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de janeiro de 2026 06:33
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema foi uma grande realização. Era 4 da manhã quando eu comecei a escrever e eu só não consegui parar. Eu tive que abrir todas as minhas feridas e me questionar: \\\'Eu sou isso?\\\'
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 11

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.