Quando a alma se cansa do ruído e da pressa,
E o tempo parece correr sem promessa,
Um anseio profundo nos chama, nos move,
Para o abraço antigo que sempre nos houve.
E o tempo parece correr sem promessa,
Um anseio profundo nos chama, nos move,
Para o abraço antigo que sempre nos houve.
É no chão que se pisa, no verde que acalma,
Que a mente descansa e a vida se espalma.
O canto do pássaro, a brisa que afaga,
Dissolvem o denso, a dor que nos paga.
Que a mente descansa e a vida se espalma.
O canto do pássaro, a brisa que afaga,
Dissolvem o denso, a dor que nos paga.
No cheiro da terra, molhada da chuva,
A memória se expande, a alma recusa.
A couraça que veste o homem moderno,
E busca o que é puro, real e eterno.
A memória se expande, a alma recusa.
A couraça que veste o homem moderno,
E busca o que é puro, real e eterno.
Sentir a textura da rocha, da flor,
O sol na pele, com todo o seu calor.
Ver o horizonte que a vista não cansa,
Trazendo de novo a perdida esperança.
O sol na pele, com todo o seu calor.
Ver o horizonte que a vista não cansa,
Trazendo de novo a perdida esperança.
É como voltar para um lar esquecido,
Onde o eu profundo encontra sentido.
Pois somos da terra, do pó e da seiva,
Parte de um todo que a vida semeia.
Onde o eu profundo encontra sentido.
Pois somos da terra, do pó e da seiva,
Parte de um todo que a vida semeia.
E ao nos conectarmos com a força primal,
O humano se integra ao seu natural.
A paz se restabelece, o corpo relaxa,
E a essência da vida, vibrante, renasce.
O humano se integra ao seu natural.
A paz se restabelece, o corpo relaxa,
E a essência da vida, vibrante, renasce.
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Autor:
Jairo Cícero (
Offline) - Publicado: 26 de janeiro de 2026 11:59
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 1

Offline)
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