Às vezes, sinceros até demais,
gostaria de engoli-los
e vomitá-los constantemente,
para que todos vissem meus esboços
e sentissem, em cada traço,
o desespero que ponho no papel,
a ânsia de cada próxima respiração.
Qual será a força,
a cor,
com que minha alma se expressará?
Saibam: a lapiseira traduz
a língua bagunçada do meu coração.
Esse que nunca soube se esconder
na hora de gastar um grafite.
Quero gravá-los aqui, pessoal:
você, eu.
Quero me lembrar do que já senti
e sentir de novo,
para nunca me esquecer
que eu estive viva esse tempo todo.
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Autor:
Magz!!! (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 26 de janeiro de 2026 03:20
- Categoria: Amor
- Visualizações: 4

Offline)
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