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É forte como a morte,
silencioso, sem porte,
entra sem ser chamado,
e já nos tem dominado.
É chama que não se vê,
corrente que prende o ser,
doce veneno que encanta,
mistério que nunca se espanta.
Quem sou eu, que te consumo,
sem corpo, sem rumo,
mas, quando me descobres,
já sou dono dos teus nomes.
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Autor:
Nalva Melo (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 22 de janeiro de 2026 13:15
- Categoria: Amor
- Visualizações: 15
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Comentários1
Força invisível que domina... Poema!
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