`
É forte como a morte,
silencioso, sem porte,
entra sem ser chamado,
e já nos tem dominado.
É chama que não se vê,
corrente que prende o ser,
doce veneno que encanta,
mistério que nunca se espanta.
Quem sou eu, que te consumo,
sem corpo, sem rumo,
mas, quando me descobres,
já sou dono dos teus nomes.
`