Ah, o poder — como é delicioso...
mas sei do veneno por trás do seu brilho,
esse aço doce que beija e corta,
sempre exigindo mais.
Aprendi a tocá-lo sem servi-lo:
mantenho a mão firme,
o pulso lúcido,
o passo claro entre sombra e chama,
sem me perder no reflexo.
Diante do direito, autoridade
Diante da lâmina, a bala.
Eu escolho o momento, você ouve’
‘Mais não há.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 20 de janeiro de 2026 11:56
- Comentário do autor sobre o poema: Você pode alterar as palavras [ouve' e 'Mais] para seus similares "houve" e "mas" alterando completamente o sentido do poema, uma brincadeirinha que gosto de fazer em meus textos, dando a sensação de ambiguidade contínua e reforçando a afirmação que tudo depende do ponto de vista de cada pessoa individualmente, cada um pode criar sua própria realidade. Algumas coisas óbvias devem ser ditas. É o Poder.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 11

Offline)
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