No ir e vir das almas, que a vida nos traz,
Um círculo íntimo, de amores e paz.
Mas, sob o véu do costume, da pressa do dia,
Por vezes se esconde a real empatia.
Um círculo íntimo, de amores e paz.
Mas, sob o véu do costume, da pressa do dia,
Por vezes se esconde a real empatia.
Então a voz interna, um sentir mais profundo,
Nos chama a ver o próximo, o pequeno mundo.
No olhar do vizinho, no irmão que se cala,
No colega que em sombra, a alma se embala.
Nos chama a ver o próximo, o pequeno mundo.
No olhar do vizinho, no irmão que se cala,
No colega que em sombra, a alma se embala.
Estender a palavra, o ouvido a escutar,
Não só por dever, mas por puro amar.
A mão que se estende, sem nada pedir,
Reconstrói pontes, faz muros ruir.
Não só por dever, mas por puro amar.
A mão que se estende, sem nada pedir,
Reconstrói pontes, faz muros ruir.
Pois a ajuda ofertada, um gesto tão puro,
Desfaz o que é falso, desvela o futuro.
As velhas imagens se tornam desbotadas,
Diante da essência, em almas trocadas.
Desfaz o que é falso, desvela o futuro.
As velhas imagens se tornam desbotadas,
Diante da essência, em almas trocadas.
E a teia de afeto se tece de novo,
Mais forte, mais clara, no laço do povo.
Na entrega e na troca, no apoio sutil,
Nasce um novo sentido, humano e gentil.
Mais forte, mais clara, no laço do povo.
Na entrega e na troca, no apoio sutil,
Nasce um novo sentido, humano e gentil.
Os laços se expandem, ganham mais valor,
No ato de amparar, no genuíno amor.
Reconfigurados, mais ricos e reais,
Somos mais humanos, somos muito mais.
No ato de amparar, no genuíno amor.
Reconfigurados, mais ricos e reais,
Somos mais humanos, somos muito mais.
-
Autor:
Jairo Cícero (
Offline) - Publicado: 19 de janeiro de 2026 11:36
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 1

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.