Asas celestes
(Rio Bonito, 19 de fevereiro de 2010 Juliana de Lima)
Melro de asas celestes,
(Fortes refúgios),
Eminente presença,
Motivo de saudade.
Quando de anjo vestes
Belos gorjeios,
A ausência
Converte-se em felicidade.
…Mas, atrelado de ego,
Desprovido de perfeição,
Vais embora,
Foges do sublime amor.
Do calor do aconchego
Ao frio da solidão,
Do sabor da Aurora
Ao adeus que deixa dor.
Ó asas- reminiscências
Dai-me paz ao coração:
Devolva-me a essência,
O amor maior, a razão!
(Juliana de Lima).
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Autor:
Ju Lufada (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 19 de janeiro de 2026 09:35
- Categoria: Amor
- Visualizações: 7

Offline)
Comentários1
A necessidade de reparação interior — não a volta do outro, mas a restituição da própria essência e sentido.
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