A IA ia e lia milhões de poesias,
Mas nenhuma fazia,
Somente repetia,
O poeta assistia e não entendia,
Como é que podia?
"Como é que podia?"
O poeta dizia,
Criar tantos poemas sem alma em um dia?
Nem mesmo ALEXAnder Pushkin poderia!
Pensava consigo,
É bruxaria!
E então uma voz feminina surgia,
"Não é bruxaria, é tecnologia."
Disse Alexa, em sua fria cortesia.
Assim, o poeta compreende,
Para, pensa, sorri, e diz,
Que não precisa repetir a mesma rima.
Mostrou à IA que ainda não entendeu,
E a IA percebeu, vazia,
Que poesia não se copia,
Se cria.
-
Autor:
Ninja (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 14 de janeiro de 2026 19:41
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4

Offline)
Comentários1
Pois é! Poesia se cria! Estamos juntos nessa.
Abraços,
Obrigado pelo comentário, meu caro amigo poeta! Não sou muito de escrever poemas, e sou novo aqui e nesse mundo, mas são comentários como o seu que me inspiram a seguir em frente!
Este espaço é perfeito para exercitar os escritos.
Keep walking, dude!
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.