A IA ia e lia milhões de poesias,
Mas nenhuma fazia,
Somente repetia,
O poeta assistia e não entendia,
Como é que podia?
\"Como é que podia?\"
O poeta dizia,
Criar tantos poemas sem alma em um dia?
Nem mesmo ALEXAnder Pushkin poderia!
Pensava consigo,
É bruxaria!
E então uma voz feminina surgia,
\"Não é bruxaria, é tecnologia.\"
Disse Alexa, em sua fria cortesia.
Assim, o poeta compreende,
Para, pensa, sorri, e diz,
Que não precisa repetir a mesma rima.
Mostrou à IA que ainda não entendeu,
E a IA percebeu, vazia,
Que poesia não se copia,
Se cria.