Há grades invisíveis que a mente constrói,
Um mundo pequeno que a rotina corrói.
Mas dentro da alma, um anseio profundo,
Por ver mais além, por sondar cada mundo.
Mas dentro da alma, um anseio profundo,
Por ver mais além, por sondar cada mundo.
No toque do livro, que a capa se abre,
Um universo novo que em mim se descobre.
Filósofos sussurram, pensares sem fim,
A psicologia desvenda o que mora em mim.
Um universo novo que em mim se descobre.
Filósofos sussurram, pensares sem fim,
A psicologia desvenda o que mora em mim.
As linhas da vida, do espírito o traço,
Despertam perguntas em vasto compasso.
Quem sou, de onde venho, aonde irei chegar?
A busca é constante, o eterno indagar.
Despertam perguntas em vasto compasso.
Quem sou, de onde venho, aonde irei chegar?
A busca é constante, o eterno indagar.
E não só no intelecto, a mente a voar,
Mas na imensidão que me faz respirar.
Um novo caminho, uma brisa no rosto,
Que alarga a fronteira do velho e do posto.
Mas na imensidão que me faz respirar.
Um novo caminho, uma brisa no rosto,
Que alarga a fronteira do velho e do posto.
O mar que se estende, sem fim, sem fronteira,
Me mostra que a alma não tem barreiras.
Aprender, contemplar, sentir e viver,
É expandir-se em ser, para então florescer.
Me mostra que a alma não tem barreiras.
Aprender, contemplar, sentir e viver,
É expandir-se em ser, para então florescer.
Que caia o que prende, que o véu se desfaça,
Que a luz do saber cada sombra desfaça.
Pois cada horizonte que o homem alcança,
É um novo eu que surge em plena bonança.
Que a luz do saber cada sombra desfaça.
Pois cada horizonte que o homem alcança,
É um novo eu que surge em plena bonança.
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Autor:
Jairo Cícero (
Offline) - Publicado: 13 de janeiro de 2026 14:57
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 1

Offline)
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